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Gleide Ângelo e Juntas registram um ano do assassinato de Marielle Franco

A prisão de dois suspeitos de assassinar a vereadora carioca Marielle Franco foi comentada pelas deputadas Delegada Gleide Ângelo (PSB) e Juntas (PSOL), na Reunião Plenária desta quarta (13). O crime, que completa um ano nesta quinta (14), será lembrado em Grande Expediente Especial a ser realizado na Alepe, às 10h30, no Auditório Sérgio Guerra. Para as parlamentares, o homicídio foi uma tentativa de calar as vozes das mulheres. “Marielle foi assassinada covardemente porque era mulher, negra e defendia as minorias. O crime foi um atentado à democracia”, afirmou Gleide Ângelo. “A gente precisa fazer uma discussão sobre essa cultura machista e patriarcal que mata muitas Marielles todos os dias. É necessário que haja uma transformação cultural, para impedir os feminicídios e agressões contra as mulheres, e isso passa por ensinar em nossas casas que meninos e meninas, homens e mulheres são iguais”, considerou. Jô Cavalcanti, do mandato coletivo Juntas, analisou a prisão, nessa terça (12), dos supostos autores do assassinato. “Entendemos que é um importante passo para a investigação do crime, mas não o suficiente. É preciso identificar e punir quem mandou matar Marielle. Queriam calar as mulheres negras, mas não vão nos calar”, declarou. “Estamos bem vivas e dando continuidade não só à luta de Marielle, mas também a de todas que vieram antes de nós para garantir que as mulheres ocupem seu lugar na política”, concluiu.
13/03/2019 (00:00)
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